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Paulo Pinheiro

Paulo Pinheiro


Carioca de São Cristóvão, casado e pai de dois filhos, Paulo Pinheiro, 60 anos, iniciou sua carreira política em 1996, quando foi convencido pelo sanitarista Sérgio Arouca a deixar a direção do Hospital Municipal Miguel Couto para concorrer a uma vaga na Câmara Municipal. Após 14 anos na instituição, onde ocupou os cargos de vice-diretor e diretor, o pediatra e especialista em gestão hospitalar foi eleito com 22 mil votos pelo Partido Popular Socialista (PPS).

Como presidente da Comissão de Saúde, foi autor de leis de grande impacto para a população e para os profissionais de saúde, como as que criou os conselhos gestores nas unidades de saúde - uma tentativa de democratizar as direções das unidades – e o Disque-Saúde, serviço através do qual o cidadão passou a realizar denúncias e obter informações sobre a rede de saúde do município.

Em 1998, decidido a entrar na luta contra o cenário caótico da saúde do Rio de Janeiro, Paulo concorreu a uma vaga na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e foi eleito com 24 mil votos com o lema Mais Saúde para o Rio , contrário à privatização da administração da rede pública hospitalar e à criação de cooperativas na rede estadual. Cumprindo uma promessa de campanha, sua primeira lei aprovada na Assembléia (Lei 3.202/1999) criou o Programa de Terceirização dos Hospitais Estaduais. Em 2001, o então deputado foi eleito líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Casa - partido para o qual se filiou em 2000 - e foi voto decisivo na proposta da legenda de desligar-se do Governo Garotinho, aprovada pela maioria.

Em 2002, foi novamente escolhido para ocupar uma cadeira na Alerj. Eleito para o seu segundo mandato com 48 mil votos, continuou a luta pelo cumprimento do Estatuto do Idoso e presidiu a Comissão da Criança, do Adolescente e do Idoso, período em que criou o Disque-Idoso, que passou a receber mais de 70 ligações por dia, com denúncias e reclamações sobre maustratos em asilos e nos transportes coletivos. Co-autor do Código e do Conselho de Ética da Câmara, apresentou 58 representações ao Ministério Público contra o desvio de recursos da saúde a projetos assistencialistas do governo do estado.

De volta ao PPS após os escândalos que envolveram a cúpula do PT, Paulo Pinheiro concorreu, em 2006, a uma vaga como deputado federal. Sem vitória, apesar de ter obtido votos suficientes para se eleger como deputado estadual, ficou como Primeiro Suplente da Coligação PPS/PV e voltou a atuar como médico na Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz. Durante esse período, desenvolveu um trabalho com os Conselhos de Saúde do Município do Rio de Janeiro, em convênio com o Tribunal de Contas do Município, visando a capacitação dos conselheiros de saúde na fiscalização dos recursos públicos. Ainda na linha de capacitar a sociedade para a cobrança de seus direitos junto ao poder público, iniciou em março de 2007 um projeto de informação aos cidadãos sobre os diversos problemas da saúde do Rio de Janeiro. Em 2008, foi novamente eleito para a Câmara, desta vez pelo PPS.

 

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